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domingo, 5 de junho de 2022

Top Gun e a Cientologia

 

Top Gun e a cientologia

 




 

Top Gun Maverick está a passar nos cinemas, com ótima produção, e presença do aparentemente não jovem Tom Cruise, e demais atores, alguns deles, da produção original de 1986. A continuação de Top Gun não saiu na época por uma polêmica com militares da marinha nos EUA, e atualmente esse evento não seria mais lembrado. Tom Cruise também antes era lembrado pelos filmes de Missão Impossível, ou mesmo pelas polêmicas com a seita ou religião, da cientologia, que renderam documentários desabonadores junto aos americanos. Mas o ator mostra-se muito simpático e agradece ao início do filme pelos espectadores, sendo o mesmo exclusivo para cinemas, não entrando em streamings. O par romântico dele fica com bela Jennifer Connelly.





            A Cientologia foi uma religião criada por L. Ron Hubbard, chamada de início de Dianética, e que consistia numa espécie de autoajuda, com questionários e análises em seus livros, estes extensos. Tom Cruise foi por anos líder da religião, que é conhecida por abrigar milionários e atores de Hollywood. Em Top Gun, vemos uma qualidade de filme a que tempos não presenciávamos, com menos efeitos especiais, e uma dedicação forte de atores, que tiveram de treinar em diversos aviões para passear nos caças, que assim são protagonistas em Top Gun, os F-18, contra aeronaves mais avançadas da Rússia. No filme se buscou alguns antigos atores e protagonistas do original, mas também se focou em novos atores. O destaque fica para o rapaz que faz o filho de Goose, que assim tem uma rusga com o Maverick (Tom Cruise), sendo depois conciliada pela união necessária a operação militar, o ataque de usina de Urânio, dentro de um cavidade rochosa. Também o Iceman, agora com problema em garganta (real), contracena com Maverick, em momento emocionante. Na época do primeiro Top Gun, a marinha americana ficava na saída do cinema para alistar novos soldados, o que resultou em recorde de alistamentos. A hipnose da cientologia teria partido até a marinha, em lavagem cerebral. Fato é que a propaganda americana e de seu império, não tem hoje o mesmo enfoque de outros tempos, no filme Top Gun. Mesmo assim o filme agrada pela nostalgia, e longe de ser algo machista, traz consigo uma produção que poderia passar em tarde na TV, como o ocorria nos anos 80 e 90 na TV brasileira. Melhor, só o Top Gang. Na cientologia, ou em obras do seu fundador, se percebe a grande importância na lei de sobrevivência. Top Gun é assim um exemplo de sucesso desse empreendimento, tendo bom público em sua apresentação de cinemas.





Começando com a música Danger Zone de Kenny Loggins, motrando caças pousando em porta-aviões, parecemos viajar no tempo até a Guerra Fria e tempos do primeiro Top Gun. O filme mostra assim uma qualidade que há tempos não se via, com um foco não em violência ou apelação, mas num retorno de Maverick a uma missão a que passa apenas a ser professor, mas por fim participa. Desde 2020 o filme era anunciado, e não passava nos cinemas, pela pandemia. Tom Cruise exibe grande forma e carisma, e o filme vale ser assistido, quando se esquece das polêmicas envolvendo a seita e o primeiro Top Gun. Curtir o filme é mesmo assim um momento para quem tem mais de 35 anos.  

 





Mariano Soltys