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sábado, 21 de junho de 2014

Arqueologia bíblica e o Codex Sinaiticus, na busca da Bíblia Original


Arqueologia bíblica e o Codex Sinaiticus, na busca da Bíblia Original



 





“Veio para o seu próprio país e seu povo não o recebeu”. (João 1:11) – Codex Sinaiticus



“Mas o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se grávida pelo Espírito Santo”. (Mat. 1:18) – idem



“E, se alguém tirar das palavras do livro desta profecia. Deus tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa; que as coisas estão escritas neste livro. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém: vem, Senhor Jesus. A graça do Senhor Jesus Cristo seja com todos os santos” (Epístola de Barnabé, 1) – idem






Ao ler obras sobre Arqueologia Bíblica, se percebe que há grande enfoque na história da Mesopotâmia e do Egito, ficando esse último em destaque, haja vista dois grandes homens bíblicos estarem no Eito, ou seja: José e Moisés. Percebemos assim uma série de fatos que tentam ser cruzados, com eventos narrados na Bíblia. Mesmo não havendo provas tão verossímeis, a fé leva a se perceber a presença do povo hebreu entre os povos, e sua importância. Também muitas das cidades bíblicas mudaram de nome, e assim fica difícil a certeza de se existiam ou não. Os grandes impérios sim, e assim é neles que se pode focar. Mas de interesse é um pergaminho das Sagradas Escrituras encontrado em 1859, no mosteiro de Santa Catarina (igreja de Yebel Musa), que se chamou Codex Sinaiticus (O Livro do Sinai), contendo o que podemos entender como o de mais original na Bíblia, fora o Codex Vaticanus, fechado a sete-chaves pela Igreja. Esse local foi construído onde estava a sarça ardente de Moisés.
 
 

Parece à primeira vista que essa Bíblia se assemelha a que temos ainda na Igreja Católica. Porque tem o livro de Macabeus, Eclesiástico, Barnabé, Pastor de Hermas e outros depois ditos apócrifos por Lutero e alguns pela Igreja. Assemelha-se muito a versão da Bíblia da Igreja Ortodoxa Etíope, que já comentamos aqui. Se houve alterações, tem de se voltar ainda mais no tempo para encontrar uma Bíblia Original, uma vez que mesmo em 1600 anos atras temos aquele livro quase idêntico ao que possuímos modernamente. Apesar de alguns versículos estarem em outros lugares, e a disposição do texto nem sempre estar ipsis literis. Mas vemos que haviam mais livros do que naquela Bíblia que possuímos, seja católica, evangélica, de Torre de Vigia etc.
 
 
 

Pelo texto estar em grego, já tratamos de algumas versões diferentes para o hebraico, e ainda sobre o Velho Testamento, já falamos da Bíblia Hebraica, bem como de comentários de Talmud, Chumash, Rashi etc. Assim a novidade seja por termos o texto mais antigo e acessível, graças a trabalho de achado junto a Mosteiro de Santa Catarina. Ademais, já falei que nesses mosteiros há conservação dos documentos mais valiosos, e que mesmo em seus cantos há a tradição oral cristã, depositária de verdades que são as chaves de interpretação e poder. Mesmo ouvi de um membro da ordem dos exorcistas, da força do que vem daqueles meios, pela sua característica legítima, e pelo comportamento mesmo dos monges, de vida dedicada e santa. Interessante no codex se fala em Barnabé para não se tirar o livro, e vemos que todas as igrejas o fizeram, o que nos traz desconfiança. Percebemos que a arqueologia bíblica mudou muito a concepção das Escrituras, seja pelos Manuscritos do Mar Morto, seja por esse papiro, ou mesmo por o que é encontrado no Egito e Mesopotâmia. Comprova a fé e leva até heranças materiais e relíquias. Porém o mundo cristão não se vê prejudicado com esses achados, e ainda há sim de os aproveitar, para confirmação histórica e para fortalecer ainda mais sua fé.

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